sexta-feira, outubro 31, 2014

COM TRINCA DE ASES, DILMA VIRA MESA A SEU FAVOR



Jogo vira a favor da presidente; com três cartas sobre a mesa, Dilma Rousseff barrou as apostas contra; investidores mandam sinais de aprovação tanto para Luiz Carlos Trabuco, Nelson Barbosa e Henrique Meirelles; presidente do Bradesco, ex-secretário-executivo da Fazenda e ex-presidente do BC são craques no jogo do mercado financeiro; eles conhecem atalhos para atrair investimentos, gostam de controlar despesas e tem vocação para o crescimento; conheça as chances de cada um

Um jogo que parecia perdido está virando a favor da presidente Dilma Rousseff. Até o final da semana passada, antes de conseguir a reeleição, tudo o que Dilma fazia ou dizia atentava contra ele própria no chamado mercado. Pesquisas a favor da presidente correspondiam a quedas nos principais índices econômicos, especialmente na Bolsa de Valores de São Paulo e no câmbio. Quando perdia terreno para Aécio Neves, os investidores e especuladores soltavam foguetes e a marcas subiam na mesma velocidade. Ao crescer, Dilma derrubava as expectativas. Para os analistas montados em espaços da mídia tradicional, a presidente, no final das contas, só errava.

A partir do pronunciamento das urnas, porém, a partida ganhou uma feição bem direfente. Com rapidez, Dilma retomou a iniciativa, discursou pela união e pelo diálogo nacional, assumiu que havia se distanciado mais do que desejava das forças produtivas e, melhor de tudo, deixou correr a versão, verdadeira, de quem está fixada na escolha de um entre três nomes para o comando do Ministério da Fazenda – a saber, o verdadeiro fiador da política econômica.

Após uma segunda-feira 27 de ressaca das eleições, a Bovespa só fez subir nos dias seguintes. Na base do crescimento do valor das ações das companhias brasileiros estão os chamados rumores positivos. A presidente deixou circular, sem nenhum sinal de desmentido, que o ministro Guido Mantega encerrará seu período na Fazenda com tranquilidade. Acrescentou que ela própria não tem toda a pressa do mundo em anunciar o sucessor dele, o que deverá acontecer ao longo do mês de novembro. E, numa jogada de mestra, fixou-se em três em três nomes que agradaram em cheio aos investidores.

Na primeira deixa, o governo lançou, informalmente, o nome do presidente-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. Foi um estorou. Tanta na mídia quanto empresas privadas e consultorias financeiras, o nome de Trabuco foi saudado como uma grande solução de mercado. À frente do banco de maior capilaridade do País, Trabuco vai realizando um trabalho que soma lucros para os acionistas e inclusão bancária para populações mais carentes. Na classe média, ele é reconhecido com o líder de uma instituição sólida, antiga e que dá atenção para pequenos poupadores e empresários de todos os portes, inclusive os pequenos.

Formado em Filosofia, com uma história de sucesso dentro do banco, no qual entrou como contínuo, em 1969, Trabuco tem um sotaque interiorano que é o mesmo de grande parte da população. Sem exibicionismo, ele tem colecionado resultados a cada trimestre melhores no Bradesco. Nesta quinta-feira, o lucro reportado pelo banco nos nove primeiros meses do ano foi nada menos que 25% maior no período anterior. As despesas da instituição ficaram abaixo da inflação e os ativos administrados chegaram bem perto de R$ 1 trilhão. Resultado: as ações do banco dispararam em alta na Bovespa.

Ex-secretário-executivo da Fazenda, o economista Nelson Barbosa deixou a equipe de Guido Mantega com divergências sobre a política econômicas, mas não perdeu a confiança da presidente. Ele se tornou, desde então, um dos principais conselheiros dela, com a grande vantagem de saber onde estão os nós e os laços das contas públicas. Dilma acostumou-se a convocar Barbosa para ter uma segunda opinião. Ele, por sua vez, não saiu atirando, foi extremamente econômico em entrevistas e, assim, poupou sua imagem para, agora, ter chances reais de ser o nome capaz de encarnar o binômio continuidade com mudança.

- A presidente confia em Barbosa. Ele sabe os pontos em que ela é turrona, e ele conhece os pontos que ela não negocia. Se entendem muito bem, contou uma fonte palaciana.

Para completar a trinca de ases, a presidente tem ainda um nome considerado acima do bem e do mal pelo mercado financeiro: Henrique Meirelles. O ex-presidente do Bank Boston e do Banco Central da era Lula, é simplesmente o cara que formou as bases para as atuais reservas de mais de US$ 300 bilhões que o Brasil possui. Com Meirelles, discreto mas que, quando quer, sabe aparecer, a inflação nunca fugiu da meta, permanecendo em seu centro.

Entre auxiliares de Dilma, os três nomes estão vivos. A presidente está descansando na Bahia, e de lá mesmo poderá fazer os contatos necessários para definir sua escolha.

Trabuco precisará ser convencido a deixar o comando do Bradesco, o que não é tão simples assim. Porém, o fato de ele não ter reclamado da inclusão de seu nome na lista da presidente já é visto como um sinal de que, bem convidado, ele aceitaria a missão.

Para Barbosa, o movimento é mais simples. Ele já é das relações de Dilma, tem todo o conhecimento da máquina e faria uma transição natural com Mantega. Nesta medida, é, neste momento, o favorito.

Quanto a Meirelles, ocorreram diferenças com Dilma durante o governo Lula. Mas o próprio Lula, agora, recomenda a sua parceira a superação das pequenas rusgas para a inauguração de uma novo relacionamento. Pode, assim, ser ele o nome.

O fato comum é que, com qualquer um dos três, Dilma fez o que de melhor poderia ter feito nessa fase de articulações: preencheu o vácuo, expôs preferencias e agradou o mercado. Quer mais?
Do 247.

quinta-feira, outubro 30, 2014

Cosme Araújo acompanha processo de desapropriação no Bairro Nova Brasília


Em junho último por iniciativa do vereador ilheense, Cosme Araújo (PDT), foi apresentado e aprovado o requerimento nº 130/13 que cria a Comissão Especial independente para Avaliação e fiscalização para efeitos de desapropriações na cidade.

Apesar da existência do Decreto Municipal nº 028/2013 que instituiu a Comissão Permanente do executivo, “É oportuna à criação paralela da própria comissão do legislativo para acompanhamento de todo o processo de desapropriações na cidade, em especial as inevitáveis baixas que já começaram a acontecer aqui bairro”, afirma Jorge Paulo Diniz, grato pela iniciativa e preocupação de Cosme Araújo.

A nova Comissão proposta pelo parlamentar visa acompanhar com independência, os critérios de avaliação dos imóveis, localização, padrão de acabamento, estado de conservação e dimensão, avaliações de corretoras e laudos descritivos e preços justos. “É de competência e fiscalização do legislativo sobre todos os atos do executivo”, pontua Cosme Araújo.


Cosme Araújo terá uma reunião com os moradores do Bairro ainda no início de novembro e, possivelmente marcará uma reunião dos mesmos com a comissão de Avaliação. 

Pinheiro apresenta PEC por reforma eleitoral, com veto à reeleição e mandato de cinco anos

Pinheiro apresenta PEC por reforma eleitoral, com veto à reeleição e mandato de cinco anos
Foto: Moreira Mariz / Agência Senado
O senador Walter Pinheiro (PT-BA) apresentou nesta quarta-feira (29) uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) pela implantação da reforma eleitoral do sistema representativo nos poderes Executivo e Legislativo do nível federal, estadual e municipal. A proposição determina a coincidência das eleições em todos os âmbitos, veta a reeleição para cargos do Executivo, trata do acesso ao fundo partidário e estabelece regras de transição. As novas regras só valerão após a aprovação de um referendo popular, cuja realização ocorrerá, de acordo com a PEC, em 29 de outubro de 2016, dois anos antes da primeira eleição a ser afetada pelas mudanças. A proposta modifica também a data da posse para os cargos do Executivo, de 1º de janeiro, feriado nacional, para o primeiro dia útil que vem na sequência. No caso da reeleição, o presidente, governadores, prefeitos (e seus sucessores ou substitutos nos seis meses anteriores ao pleito) ficam inelegíveis por mesmo cargo por ao menos cinco anos, prazo que passará a ter os mandatos, inclusive para os cargos do legislativo (senadores, deputados federais, estaduais e vereadores). “Trata-se de redefinir questões essenciais e estruturantes para a maior eficiência do sistema político e para a própria governabilidade do país”, destaca Pinheiro, que mencionou também as vantagens trazidas pelas mudanças sugeridas no projeto. “A coincidência dos mandatos, além de reduzir os custos do processo eleitoral, assegurará maior sintonia entre as opções políticas da sociedade nos três níveis de governo, e maior legitimidade aos eleitos”, cita. Já sobre as regras mais rígidas para o funcionamento dos partidos e acesso ao fundo partidário “contribuirá para sua maior representatividade, caráter programático e capacidade de atuação na arena decisória, evitando a proliferação de legendas de aluguel ou criadas com características oportunistas”, argumenta. Veja o cronograma para a readequação dos mandatos caso a PEC seja aprovada:

quarta-feira, outubro 29, 2014

RUI PROMETE GESTÃO "MAIS ÁGIL E MODERNA"



Um grupo de trabalho formado por oito servidores técnicos começou a estudar a atual estrutura administrativa do Estado para propor ao governador eleito, Rui Costa (PT), mudanças no organograma administrativo da máquina estadual; a pedido de Rui, os técnicos vão passar duas semanas analisando possíveis fusões, cortes e novas composições na estrutura administrativa; ele disse que secretarias e cargos comissionados devem ser cortados e que entende que as mudanças precisam ser feitas até dezembro deste ano; assim, a partir do dia 1º de janeiro, quando inicia o seu mandato, a gestão já começa a funcionar com uma nova estrutura administrativa, "modernizando o Estado e ganhando tempo"

 O governador Jaques Wagner e o governador eleito da Bahia, Rui Costa, se encontraram nesta quarta-feira (29) na sede do governo, no Centro Administrativo (CAB), para oficializar o início da transição da administração. Um grupo de trabalho formado por oito servidores técnicos começou a estudar a atual estrutura administrativa do Estado para propor a Rui Costa mudanças no organograma administrativo da máquina estadual.

A pedido de Rui, os técnicos vão passar duas semanas analisando possíveis fusões, cortes e novas composições na estrutura administrativa do Estado. "A equipe montará cenários com os prós e os contras, em cima das ideias que pedi. Serão estudos aprofundados para montarmos uma nova estrutura do Estado. Isso vai embasar a minha decisão", disse o petista em entrevista coletiva.

O petista afirmou que secretarias e cargos comissionados devem ser cortados. Ele entende que as mudanças precisam ser feitas até dezembro deste ano. Assim, a partir do dia 1º de janeiro, quando inicia o seu mandato, a gestão já começa a funcionar com uma nova estrutura administrativa, "modernizando o Estado e ganhando tempo".

A partir de hoje, os servidores levantarão dados, inclusive os referentes aos orçamentos do Estado e do governo federal para 2015, tendo o vice-governador eleito, João Leão (PP), que ainda é deputado federal, como interlocutor em Brasília, além de traçar três ou quatro cenários para a nova administração estadual.

Em acordo com Jaques Wagner, ainda no mês de novembro será enviado um projeto de lei à Assembleia Legislativa, propondo as mudanças. Expectativa é que a Casa aprove a nova estrutura até dezembro próximo. "Já conversei com o presidente Marcelo Nilo e estou certo de que a Assembleia irá aprovar a nova estrutura, que prevê um estado mais moderno, mais ágil e com uma melhor gestão", disse Rui Costa.

O atual secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, foi anunciado como coordenador do grupo. Também são responsáveis pela transição os técnicos Carlos Mello (secretário da Casa Civil), Cláudia Moura (procuradora do Estado), Adriano Chagas (chefe de gabinete da Fazenda), Rodrigo Pimentel (chefe de gabinete da Administração), Cláudio Peixoto (superintendente da secretaria de Planejamento), Luiz Henrique (coordenador executivo da Casa Civil) e Nelma Araújo (superintendente da Administração). O governador eleito lembrou que estes nomes são puramente técnicos e não receberão nenhuma gratificação extra pelo trabalho desempenhado. 247 Bahia.

terça-feira, outubro 28, 2014

MERCADO TEM VIRADA E PREVÊ "LUA-DE-MEL" COM DILMA



Um dos maiores críticos do primeiro governo Dilma Rousseff no mercado internacional, diretor de pesquisas da Nomura Securities – a maior corretora do Japão – vê cenário muito favorável para o Brasil no pós-eleição; Toni Volpon aponta "lua-de-mel" com o mercado global a depender da escolha da presidente para ministro da Fazenda; com Bovespa fechando em alta de 3,62% e dólar em baixa de 1,9% nesta terça-feira 28, ficou provado que nome do setor financeiro, como o do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, na Fazenda, agrada investidores; Dilma joga com calma, ganha tempo e detém a iniciativa

Crítico de peso e de primeira hora do primeiro governo Dilma Rousseff, o economista Toni Volpon, da Nomura Securities, assinou análise divulgada nesta terça-feira 28, em Nova York, prevendo que o Brasil vai entrar “em lua-de-mel” com osmercados globais. Para ele, o País será a bola da vez na preferência dos investidores, a depender da escolha da presidente Dilma Rousseff para o Ministério da Fazenda. 

A Nomura Securities é a maior corretora do Japão, com responsabilidades sobre bilhões em investimentos.

- Os níveis de reservas internacionais ainda estão muito altos. Quando isso é comparado com o 'carry trade' muito alto que o Brasil paga, certamente o maior para qualquer grande mercado emergente com grau de investimento, muitos investidores julgam que é melhor se envolverem com um yield local de 12% do que se preocupar com uma possível crise que está fora do horizonte de investimento", diz o texto de Volpon. Como se lê, bastante pragmático.

Nesta terça, a Bovespa subiu 3,62%, com o dólar em baixa de 1,9%, num movimento atribuído a dois fatores. A presidente Dilma demonstrou calma em não trocar, no calor do resultado eleitoral, a equipe econômica. Houve, simultaneamente, boa repercussão sobre a cogitação do nome do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, para o cargo de ministro da Fazenda no segundo governo. A presidente anunciou que fará mudanças em sua equipe todas de uma vez, até o mês de dezembro. Com isso, ela manteve em suas mãos a iniciativa sobre o mercado, que passou a trabalhar com a expectativa de um mudança de guarda no Ministério da Fazenda mais ao feitio dos investidores.

SINALIZAÇÃO DE MERCADANTE - O ministro chefe da Casa Civil, Aloízio Mercadante, reforçou essa projeção ao afirmar que o ocupante do cargo que hoje pertence a Guido Mantega será alguém “do setor financeiro”. Ministro do núcleo duro da presidente, ele completou que poderá ocupar a pasta do Planejamento, o que seria, por seu lado, um sinal positivo para os movimentos sociais. Estes estão preocupados em que o governo mantenha os compromissos com os programas sociais. Mercadante no Planejamento seria uma garantia de que, na hora dos cortes de gastos e despesas, os programas seriam preservados.

Usando a comparação corrente no Brasil pré-eleição, que estaria dividido entre otimistas e pessimistas, ou entre os que olham um copo com água até a metade e o veem meio vazio – ou meio cheio -, o economista Volpon procurou ser o mais claro possível, na nota da Nomura Securities: 

- Nós acreditamos que aqueles que veem o copo meio cheio continuarão mais fortes, por enquanto, registrou. No texto, o analista manifesta que as agência de classificação de risco estão sendo “complacentes” com o Brasil, exatamente porque acreditam na possibilidade de um relance da economia. Do 247.

O susto no PT

O PT enfrenta, agora, o desafio de governar melhor do que já fez até aqui e tentar resgatar o que, no passado, lhe imprimiu tanta credibilidade: o capital ético, a organização política dos setores populares e o compromisso de promover reformas estruturais.
Por Frei Betto - Brasil de Fato:
A eleição presidencial deu um susto no PT. Não esperava que Marina Silva se tornasse cabeça de chapa e obtivesse votação mais expressiva do que em 2010. E muito menos que ela, derrotada, apoiasse Aécio.
Não esperava que Aécio fosse um concorrente tão ameaçador. E muito menos que o PMDB entrasse rachado na campanha, com Hartung, do Espírito Santo, e Sartori, do Rio Grande do Sul, como cabos eleitorais do PSDB.
Assustou-o também a divulgação das denúncias de corrupção na Petrobras em plena disputa do 2º turno. Sorte que o adversário também tem telhado de vidro...
Lula conclamou, em São Paulo, a militância a ir de casa em casa. Que militância? Além de ver reduzida, pelas urnas, sua bancada de senadores e deputados federais, o PT já não conta com aquela aguerrida militância voluntária das décadas de 1980 e 90.
Agora, tudo depende de marketing e de muito dinheiro investido por pessoas jurídicas que, a partir de hoje, começam a cobrar a fatura.
Dilma sabe que tem pela frente uma espinhosa tarefa: cumprir o que prometeu e costurar o tecido da governabilidade em um Congresso tão esgarçado em partidecos, e desprovido de lideranças ética e politicamente consistentes em sua base de apoio.
O PMDB, rachado quase ao meio, usará todo o seu poder de pressão para ditar a pauta do governo. O PSDB, com apoio do DEM e do que resta do PSB, tentará consolidar uma oposição ferrenha, acirrada pela frustração de ter sentido o aroma do banquete ao qual foi desconvidado pelo resultado das urnas.
O PT enfrenta, agora, o desafio de governar melhor do que já fez até aqui e tentar resgatar o que, no passado, lhe imprimiu tanta credibilidade: o capital ético, a organização política dos setores populares e o compromisso de promover reformas estruturais.
Frei Betto é escritor, autor de “O que a vida me ensinou” (Saraiva), entre outros livros.
#Dilma

segunda-feira, outubro 27, 2014

HÁ VAGAS DE EMPREGO AQUI!

Relação de vagas oferecidas pelo SINEBAHIA disponíveis para terça-feira dia 28 de outubro de 2014. 


Cozinheiro
·         Formação: Ensino Fundamental Completo
·         6 meses de experiência
·         3 vagas

Auxiliar de Cozinha
·         Formação: Ensino Fundamental Completo
·         6 meses de experiência
·         1 vaga

Vendedor Pracista
·         Formação: Ensino Fundamental Completo
·         9 vagas

Representante Comercial
·         Formação: Ensino Fundamental Completo
·         5 vagas

Garçom
·         Formação: Ensino Médio Incompleto
·         3 meses de experiência
·         1 Vaga

Cabeleireiro
·         Formação: Ensino Médio Completo
·         6 meses de experiência
·         4 vagas

Auxiliar Administrativo
(Vaga Exclusiva para PCD)
·         Formação: Ensino Médio Completo
·         1 vaga

Operador de Caixa
(Vaga Exclusiva para PCD)
·         Formação: Ensino Fundamental Completo
·         1 vaga

Atendente de Lanchonete
·         Formação: Ensino Fundamental Completo
·         3 meses de experiência
·         1 Vaga

Salgadeiro
·         Formação: Ensino Fundamental Completo
·         6 meses de experiência
·         1 Vaga

Confeiteiro
·         Formação: Ensino Fundamental Completo
·         6 meses de experiência
·         1 Vaga

Mecânico Eletricista de Automóveis
·         Formação: Ensino Médio Completo
·         6 meses de experiência
·         2 vagas
·          

Babá
·         Formação: Ensino Fundamental Completo
·         5 meses de experiência
·         1 Vaga

Saladeiro
·         Formação: Ensino Fundamental Completo
·         6 meses de experiência
·         1 Vaga

Recepcionista de Hotel
·         Formação: Ensino Médio Completo
·         6 meses de experiência
·         1 Vaga

Professor de História
·         Formação: Ensino Superior Completo
·         6 meses de experiência
·         1 Vaga



Interessados devem se dirigir a unidade do SineBahia no SAC sala 14, situada à Rua Eustáquio Bastos, 308 Centro Ilhéus.
Imprescindível portar CTPS, RG, CPF


Érico Fontes
Coordenador do SineBahia
Fone (73) 3634-9294 / 9288 / 8101-5933 / 9908-9944

CARTA AOS BRASILEIROS (DA ESQUERDA)


CARLOS LATUFF
O movimento social no Brasil precisa livrar-se dessa polarização entre PT e PSDB, livrar-se da cooptação, e trabalhar por uma alternativa à esquerda, que não busque como meta o governo e sim o poder

Afinal, Dilma Rousseff garantiu mais um mandato, derrotando o tucano Aécio Neves. Foi por um triz, como na eleição de 2010, ao enfrentar o também tucano José Serra. Naquele ano, como agora, votei em Dilma, não por apoiar a agenda de seu governo e sim por acreditar que as coisas podem não melhorar, mas certamente podem piorar, e no meu entendimento, Aécio Neves simboliza o retrocesso, o agravamento de um problema.

Meu voto não é um cheque em branco a Dilma e seu partido, nem tão pouco é um voto de confiança no sistema eleitoral. Com sua política de alianças com o que há de mais patife na política brasileira, o governo de Dilma Rousseff não me representa, como também não representa os indígenas e quilombolas, estes sequer citados nos debates e propagandas dos candidatos. Quero crer também que não representa os moradores de favelas cuja ocupação por tropas do exército foi autorizada pela presidenta. E acredito ainda que não representa a parcela do movimento social que não foi cooptada pela máquina do governo.

Claro que me agrada aos olhos ver os "coxinhas" se consumindo no próprio ódio ao saber que a "ditadura comunista do PT" terá um fôlego adicional de 4 anos, mas não tenho qualquer esperança de que o Partido dos Trabalhadores, com todos os compromissos firmados com o agronegócio, banqueiros, empresários, e mesmo a "guerra contra as drogas" de Washington, possa retomar às velhas bandeiras de luta do movimento social. O movimento social no Brasil precisa livrar-se dessa polarização entre PT e PSDB, livrar-se da cooptação, e trabalhar por uma alternativa à esquerda, uma alternativa que não busque como meta o governo e sim o poder. Acabar de vez com essa oligarquia, com o coronelismo, com o poder de famílias que possuem terras, emissoras de TV e rádio, e mesmo estados inteiros. São estes os verdadeiros detentores do poder no Brasil.

Quanto a mim, retorno agora à oposição de esquerda e continuo colocando minha arte a serviço do movimento social. A quem acredita que pelo meu voto crítico eu aderi ou capitulei ao governismo, peço que refreie sua leviandade e guarde essa carta como referência futura.

Porto Alegre, 27 de outubro de 2014.

domingo, outubro 26, 2014

Com vitória esmagadora no Nordeste, Dilma Rousseff é reeleita presidenta do Brasil; Aécio Neves perde onde é mais conhecido, em Minas

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Da Redação
A presidenta Dilma Rousseff foi reeleita neste domingo com 51,5% dos votos, contra 48,5% de Aécio Neves.
A vitória foi garantida com uma esmagadora vantagem no Nordeste, onde Dilma teve mais de 70% dos (em 2010, foram 60%).
Dilma também venceu no Norte do país.
A surpresa foi a vitória de Dilma em Minas Gerais. Aécio perdeu onde é mais conhecido:
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No cômputo geral, ao contrário do que diziam os analistas, o PT saiu fortalecido: perdeu deputados, mas vai governar os estados de Minas Gerais, Bahia, Ceará, Piauí e Acre.
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Na GloboNews, Merval Pereira, abatido,  já decretou que o governo Dilma “não tem futuro” e que estamos diante “de uma crise institucional”.
A reação dos eleitores de Aécio Neves nas redes sociais já começou. O comentário abaixo, que não foi aprovado pelo Viomundo, dá o tom: “Cambada de nordestinos malditos, nós de São Paulo sustentamos o país e ainda temos que eleger a maldita da Dilma que compra votos desses cabeças chatas vagabundos que ainda vêem para Sampa tentar a vida, seus filhos da p… se depender de mim vai todo mundo queimar no inferno, coisa ruim se mata no ninho”.
Do Viomundo.

CARDOZO AO 247: “TODOS OS CRIMINOSOS SERÃO PUNIDOS”



Em entrevista ao 247, ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, afirma que já mobilizou a Polícia Federal e todos os órgãos de inteligência para identificar as pessoas que estão criando mentiras que estão sendo disseminadas nas redes sociais: "o que estão fazendo é um atentado contra a democracia brasileira e um crime para turvar a consciência do eleitor", afirmou; "Nunca vi tanta baixaria"; ele cita como exemplo mentiras sobre a saúde do doleiro Alberto Youssef publicadas por internautas pró-Aécio; Youssef teve uma queda de pressão e passa bem

Em entrevista exclusiva ao 247, o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, afirma que já mobilizou a Polícia Federal e todos os órgãos de inteligência para identificar as pessoas que estão criando mentiras que estão sendo disseminadas nas redes sociais: “Todos os criminosos serão punidos. O que estão fazendo é um atentado contra a democracia brasileira e um crime para turvar a consciência do eleitor”, disse. "Nunca vi tanta baixaria"

Ele cita como exemplo mentiras sobre a saúde do doleiro Alberto Youssef publicadas por internautas pró-Aécio. Uma simulação de página do G1, que tem sido compartilhada por eleitores tucanos, afirma que ele foi encontrado morto em hospital de Curitiba e que a informação foi confirmada pela PF e pelo advogado do doleiro. “Este cidadão é cardiopata, sofreu queda de pressão, foi atendido e está em bom estado de saúde, sendo acompanhado por médicos e forças de segurança”, afirmou o ministro.

Questionado sobre o crime da revista Veja que foi condenada pelo TSE a conceder direito de resposta à presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, mas só o fez parcialmente, disse: “Nenhum crime cometido ficará impune. O crime nunca compensa e não compensará desta vez. O atentado eleitoral cometido pela Veja não atingirá seu objetivo”, concluiu.  Matéria do 247.

sábado, outubro 25, 2014

IBOPE: 53% 47%. VOX: 53,4% 46,5%. FOLHA: 52% A 48%



Presidente Dilma Rousseff aparece na frente nas três pesquisas que foram divulgadas nesta noite; no Ibope, sua vantagem é de seis pontos; no Datafolha, de quatro; no Vox Populi, de 6,9 pontos. Ibope coloca a presidente Dilma Rousseff com 53% dos votos, contra 47% do senador Aécio Neves, oscilação ocorreu dentro da margem de erro; na pesquisa anterior, Dilma tinha 54% e Aécio 46%; na pesquisa Datafolha, ela tem tem 52%, contra 48% do senador Aécio Neves, o que configura empate técnico, no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos; na Vox, os números são 53,4% a 46,5%; resultado da disputa presidencial mais emocionante de todos os tempos será conhecido neste domingo, às 20h

A presidente Dilma Rousseff se mantém à frente nas pesquisas Datafolha e Ibope que acabam de ser divulgadas. No Ibope, ela tem 53%, contra 47% de Aécio, ou seja, uma vantagem de seis pontos, acima da margem de erro, que é de dois pontos.

No Datafolha, Dilma marcou 52% contra 48% de Aécio, o que configura empate técnico no limite da margem de erro. Por esse mesmo critério, os dois candidatos poderiam estar com 50% ou Dilma com 54% e Aécio com 46%.

Na pesquisa Vox Populi, Dilma tem 53,4% contra 46,5% de Aécio Neves.

Leia, abaixo, reportagem anterior da Agência Brasil sobreo Datafolha:


Luana Lourenço - Repórter da Agência Brasil Edição: Lílian Beraldo


Pesquisa Datafolha divulgada hoje (25) mostra a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, com 52% das intenções de votos, e Aécio Neves, do PSDB, com 48%, considerando os votos válidos (excluindo-se os brancos, nulos e indecisos).

Como o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, os dois candidatos estão empatados tecnicamente no limite da margem de erro, segundo o Datafolha. Na pesquisa anterior, divulgada na última quinta-feira (23), Dilma tinha 53% e Aécio, 47% dos votos válidos.

Considerando os votos totais, Dilma tem 47% das intenções de voto (eram 48% na pesquisa anterior) e Aécio tem 43% (tinha 42%). Votos brancos e nulos somam 5%. Além disso, 5% dos eleitores não sabem ou não responderam.

Contratada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa Datafolha ouviu 19.318 eleitores ontem (24) e hoje (25) em 400 municípios brasileiros. O nível de confiança do levantamento é 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01210/2014.

Leia, ainda, reportagem da Agência Brasil sobre o Ibope:
Luana Lourenço - Repórter da Agência Brasil Edição: Lílian Beraldo


A um dia do segundo turno, pesquisa Ibope divulgada hoje (25) mostra a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, com 53% das intenções de votos, e Aécio Neves, do PSDB, com 47%, considerando os votos válidos (excluindo-se os brancos, nulos e indecisos). A pesquisa tem margem de erro de dois pontos.

No levantamento anterior, feito na última quinta-feira (23), Dilma tinha 54% e Aécio, 46% dos votos válidos.

Considerando os votos totais, Dilma tem 49% das intenções de voto e Aécio, 43%. Votos brancos e nulos somam 5%. Eleitores indecisos ou que não responderam somam 3%.

A pesquisa foi encomendada pelo jornal O Estado de S.Paulo e pela TV Globo. O Ibope ouviu 3.010 eleitores nos dias 24 e 25 de outubro em 206 municípios. O nível de confiança é 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01195/2014. Informações do 247.

DILMA GANHOU DE POUCO, VENCEU DE MUITO

Texto de PML em seu blog.

O debate de ontem terminou na primeira pergunta. Aécio Neves tentou usar a última edição da VEJA para colocar Dilma contra a parede. A presidente deu uma resposta a altura, desqualificando uma denúncia que nem seu autor — nem a revista que a publicou — conseguem sustentar com base em provas. Foi uma colocação firme, sem piscar.

O debate terminou aí porque, como se sabe, o último debate de uma campanha envolve uma questão essencial. Quem está na liderança das pesquisas joga na defesa e pode ganhar mesmo que empatar. Quem está atrás precisa tentar virar o jogo de qualquer maneira, mas isso só se consegue quando o interlocutor oferece brechas e oportunidades.

Num confronto que tem algo de uma luta de boxe, é preciso encaixar golpes no rival — uma forma de mostrar ao juri de eleitores, indecisos e pouco firmes, que ele tem pontos fracos que precisam ser levados em consideração. Mas a presidente atuou como se estivesse protegida por uma couraça. Quando a primeira revista não deu certo, Aécio falou de uma reportagem da Istoé.

Entre o 5 de outubro, dia do 1 de turno, e o debate de ontem, o eleitorado brasileiro assistiu a uma outra campanha. Durante um ano inteiro, o discurso da oposição — qualquer que fosse seu candidato — colheu o benefício da postura dos principais meios de comunicação contra o governo. Tratados como questões prioritárias da eleição, temas como inflação, baixo crescimento, incompetência administrativa, Petrobras, dominaram a agenda da primeira fase, graças também a um auxílio numérico, também. Em cada confronto presidencial, ocorria um conflito de 6 contra 1, sem alívio para a presidente.

No segundo turno, o debate teve outro horizonte.

Graças ao horário político, o domínio dos meios de comunicação foi amenizado. As redes sociaistambém mostraram seu alcance e sua garra. Tudo isso permitiu a Dilma defender os pontos de vista do governo, ajudando sua campanha a reencontrar a base de apoio que vinha construindo aos trancos e barrancos desde a posse. Para dois terços do eleitorado, a inflação ficará como está ou pode cair. O desemprego pode diminuir ou ficar na mesma proporção. Para 44%, o crescimento pode melhorar.

Ao derrotar Marina Silva no plano das ideias e dos argumentos, num jogo que foi bruto de parte à parte, Dilma não venceu apenas uma candidatura. Também derrotou uma visão política, a noção de que o mercado tem as melhores e mais eficientes respostas para um país como o nosso. Fazendo uma campanha muito mais à esquerda do que seu governo, a presidente mostrou realizações. Voltou ao discurso pobre x rico que está na origem do PT — e de toda organização política nascida pelo reconhecimento da existência de uma luta de classes nas sociedades contemporâneas.

O reconhecimento dos dramas mas também dos benefícios do presente permitiu ao eleitorado recordar o “passado”, aquela parte da história do país com a qual os herdeiros de 500 anos de governo tem uma compreensível dificuldade para conviver e explicar. Com uma visão basicamente identica, que lhe permitiu diversas ações combinadas de auxílio-mutuo, Aécio ultrapassou Marina — mas já estava sem uma perna quando chegou ao segundo turno e precisava enfrentar um debate cara a cara. Não por acaso, perdeu todos os confrontos, inclusive aquele em que foi o mais agressivo. Empurrado para um canto conservador, debateu-se em contradições insolúveis. As intervenções de Armínio Fraga como candidato a ministro da Fazenda trouxeram mais danos do que benefícios a candidatura, em especial depois de uma derrota amarga num debate — assistido por todos os entendidos — para Guido Mantega.

Aécio tentou, ontem, usar a AP 470 contra o governo — missão difícil para quem não oferece respostas convincentes para o mensalão PSDB-MG, que o eleitor hoje conhece e condena até com mais vigor, pois não levou a uma única punição. Denunciou o porto de Mariel, em Cuba, um negócio que é difícil de condenar do ponto de vista comercial — mas serve para explorar o anti-comunismo primitivo de fatias conservadoras do eleitorado, apenas.

sexta-feira, outubro 24, 2014

A REDE GLOBO E A MANIPULAÇÃO DE CADA DIA

JULIO GOMES

Julio Cezar de Oliveira Gomes é graduado em História e em Direito pela UESC.
Julio Cezar de Oliveira Gomes é graduado em História e em Direito pela UESC.

As eleições presidenciais de 2014 estão servindo, entre outras coisas, para explicitar como e quanto a emissora de TV aberta mais assistida do nosso país maneja os conteúdos que veicula de acordo com seus interesses, sem considerar os compromissos maiores que deveria ter com a sociedade brasileira.

O Bom Dia Brasil exibido na segunda-feira que se seguiu ao primeiro turno das eleições foi a prova mais patente disso. Após repisar de 8:30 às 9:30 a vitória de Aécio Neves nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o telejornal espremeu nos 15 ou 20 minutos finais a vitória de Dilma no Norte e Nordeste.

Não se trata de um episódio isolado. Não faz dez dias a comentarista de economia Miriam Leitão apresentou, no mesmo telejornal, um gráfico sobre a oscilação de produção de energia elétrica no Brasil. Nele se demonstrava uma oscilação na produção entre os anos de 1998 a 2002. Após, ocorreu um período de crescimento contínuo na produção energética, até 2009. E de 2009 em diante, nova oscilação até 2012/2013. Pois bem: O gráfico exibido ao vivo demonstrava o primeiro período de oscilação, comprimia, propositalmente, os sete anos de crescimento contínuo como se tivessem ocorrido em um único ano, e terminava destacando a oscilação final. Seria cômico, se não fosse trágico!

Os exemplos se estendem ao infinito. No dia 20/10/2014, segunda-feira, o jornalismo da Globo falou das atividades dos candidatos à presidência. Disse que, no domingo anterior, Dilma não teve agenda de campanha e que Aécio fez uma carreata na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ora, e o debate que ambos os candidatos realizaram no SBT, no domingo, ao vivo para todo o Brasil, foi o quê? Seria compreensível que a Globo não citasse o nome da emissora rival. Mas ela não tinha o direito de deixar de noticiar o debate ocorrido.

Infelizmente, o que ocorre na política também acontece em relação a tudo o mais que a Globo veicula: Economia, moda, comportamento, família, ética, moral e valores sociais. E nestes últimos temas as consequências da manipulação realizada pela Globo pode ser muito mais negativa do que nas eleições, pois nestas, ao menos, as pessoas poderão se manifestar por meio do voto, enquanto que em relação aos demais temas não há manifestação coletiva possível por parte de quem recebe a programação transmitida.

Assim, desde pelo menos 1970 é a Rede Globo, com sua hegemonia nas telecomunicações, que decide o que devemos consumir, o que é ético ou não e como devem ser as relações familiares. Também é a Globo quem cria as tendências na economia e na moda, quem estabelece o limite entre moralidade e imoralidade e impõe os valores sociais que devem prevalecer, fazendo-o há, pelo menos, duas gerações de brasileiros que, em sua imensa maioria, sequer se dão conta de tal fato.

Desejo que o próximo presidente a ser eleito, seja lá quem for, arrebente com esta hegemonia sócio-político-cultural da Rede Globo, que tem sido tão nociva em inúmeros aspectos.

Porém, esta tarefa não é só dos governos. Cabe a cada um de nós rompermos com a Rede Globo e com muito dos padrões que ela incutiu em nós. É tarefa difícil, mas temos outras opções de TVs abertas, de TVs a cabo, e de inúmeras outras mídias como rádios, jornais e, sobretudo, internet, onde podemos buscar conteúdos mais próximos daquilo que desejamos.

É, de fato, um grande desafio: deixar de sermos aquilo que a Rede Globo fez de nós e passar a buscar conteúdos para sermos o que nós realmente queremos ser. Texto publicado originalmente no site Ilhéus24h.

Empregos: Vagas disponíveis na próxima segunda-feira, 27.

Cozinheiro de Restaurante
Formação: Ensino Fundamental Completo
6 meses de experiência
  3 vagas

Cozinheiro Geral
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Saboreie
Formação: Ensino Fundamental Incompleto
6 meses de experiência
1 vaga

Empregada Doméstica
Formação: Ensino Fundamental Incompleto
6 meses de experiência
1 vaga

Garçom
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
3 vagas

Chefe de Fila (Hotelaria)
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Serviços Gerais
(Vaga Exclusiva para PCD)
Formação: Ensino Fundamental Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Serralheiro
Formação: Ensino Fundamental Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Vendedor Pracista
Formação: Ensino Fundamental Completo
6 meses de experiência
5 vagas

Cabeleireiro
Formação: Ensino Fundamental Completo
6 meses de experiência
4 vagas

Depilador
4 meses de experiência
1 vaga

Mecânico de Bombas
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Pedreiro
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
2 vagas

Pintor
Formação: Ensino Fundamental Completo
6 meses de experiência
2 vagas

Servente de Obras
Formação: Ensino Fundamental Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Servente de Obras
Formação: Ensino Fundamental Incompleto
6 meses de experiência
8 vagas

Técnico de Edificação
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Vidraceiro
Formação: Ensino Fundamental Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Marceneiro
Formação: Ensino Fundamental Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Encanador de Manutenção
Formação: Ensino Fundamental Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Eletricista
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
2 vagas

Tratorista
Formação: Ensino Fundamental Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Jardineiro
Formação: Ensino Fundamental Incompleto
6 meses de experiência
1 vaga

Recepcionista Bilíngüe
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
2 vagas

Vendedora
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Costureira
Formação: Ensino Fundamental Incompleto
6 meses de experiência
1 vaga

Promotor de Vendas
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
5 vagas

Operador de Caixa
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Consultor de Vendas
Formação: Ensino Superior Incompleto
6 meses de experiência
2 vagas

Agente de Reservas
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Almoxarife
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Vendedor
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Auxiliar Contábil
Formação: Ensino Superior Incompleto
6 meses de experiência
1 vaga

Professor Ensino Fundamental I
Formação: Ensino Superior Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Professor de Inglês
Formação: Ensino Superior Completo
(Letras com habilitação e inglês)
6 meses de experiência
1 vaga

Almoxarife
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Técnico eletricista
Formação: Ensino Médio Completo
6 meses de experiência
1 vaga

Agência do SineBahia Ilhéus, que fica na sala 13 do SAC, situado na Rua Eustáquio Bastos, 308, Centro.